LNF: Blumenau vence Assoeva e conquista segunda vitória na LNF
Fechando a sexta-feira de LNF 2021, o Blumenau venceu a Assoeva por 3 a 2, pelo grupo B. Os gols foram de Lucas Miguel, Rudi e Éder para os donos da casa e de Igor e Pedrinho para os visitantes. Com o resultado o time catarinense sobe para quarta colocação, já o time gaúcho cai para quinto.
Com alta velocidade e chances para os dois lados. Foi assim que o primeiro tempo iniciou em Blumenau. Lucas Miguel abriu o placar para os donos da casa. O time visitante empatou com Igor, aproveitando a sobra do goleiro Dudu. Rudi deixou o Blumenau novamente na frente do placar em jogada rápida na cobrança de lateral. O time da Assoeva não se abateu e conseguiu chegar ao empate num belo gol de Pedrinho, em que deixou dois marcadores no chão antes de finalizar.
A intensidade permaneceu alta na segunda etapa, com as duas equipes não abdicando de atacar e criar oportunidades de gol. O time catarinense teve as melhores chances e, mesmo numa noite inspirada do goleiro Kelvin, conseguiu fazer o terceiro com Éder, em contra-ataque. Numa tentativa de empatar o jogo, o técnico Morruga colocou o goleiro linha restando cinco minutos para o final, chegou ter boas finalizações, mas o time de Venâncio Aires não evitou a derrota.
Fonte: Matheus Caporal - LNF
No ano passado fizemos uma proposta de calendário para o futebol brasileiro, com a volta dos mata-matas no Brasileirão. No começo do ano chegou a ideia dos pontos corridos na principal competição do país. Agora à bola da vez é a manutenção do consolidado sistema de pontos corridos. Só que com 26 times em apenas um turno. (25 jogos para cada time) Com alguns ajustes, entre eles: O Brasileiro durando de maio a novembro, à volta de competições que marcaram época como: Torneio Rio SP e Copa Sul Minas. Mantendo os tradicionais Campeonatos estaduais no primeiro semestre.
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Campeonato Catarinense 2021 tem volta marcada pela FCF e suspensão dura uma semana
Competição será retomada na próxima quinta-feira (11) com as partidas atrasadas na tabela
A bola vai voltar a rolar em Santa Catarina a partir da próxima quinta-feira (11). A decisão foi tomada após reunião entre a Federação Catarinense de Futebol (FCF) e os clubes. As quatro partidas atrasadas na tabela do estadual serão realizadas na semana. Chapecoense e Criciúma jogarão fora de suas cidades por conta das proibições municipais.
De acordo com informação do colunista Rodrigo Faraco, a reunião desta sexta-feira (5) terminou com um encaminhamento para o futuro do Catarinense 2021. O campeonato irá retornar ao ritmo normal no final do prazo de 15 dias de suspensão caso as prefeituras de Chapecó, Criciúma, Tubarão e Florianópolis encerrem as proibições.
Enquanto isso, as quatro partidas que estão atrasadas serão cumpridas. Os jogos da segunda rodada foram marcados para quinta-feira (11), às 16h. Chapecoense e Avaí se enfrentam no Estádio Domingos Machado de Lima, na cidade Concórdia, enquanto Joinville e Marcílio Dias jogam na Arena Joinville.
As partidas da terceira rodada do Catarinense 2021 ficam para o fim de semana seguinte. Metropolitano e Joinville entram em campo no Estádio Augusto Bauer, em Brusque, no sábado (13), às 16h. A partida entre Criciúma e Chapecoense, com mando do Tigre, será realizada no Estádio João Marcatto, em Jaraguá do Sul, no domingo (14), 16h.
A suspensão do estadual foi anunciada pela FCF na última quarta-feira (3), dia em que quatro jogos foram realizados. As partidas estão proibidas nas cidades de Chapecó, Criciúma, Tubarão e Florianópolis por conta das dificuldades no sistema de saúde. SC teve 36 mortes de pacientes com Covid-19 à espera de um leito de UTI em fevereiro.
Jogos remarcados
2ª rodada
Chapecoense x Avaí - quinta-feira (11) - 16h - Estádio Domingos Machado de Lima (Concórdia)
Joinville x Marcílio Dias - quinta-feira (11) - 16h - Arena Joinville
3ª rodada
Metropolitano x Joinville - sábado (13) - 16h - Estádio Augusto Bauer (Brusque)
Criciúma x Chapecoense - domingo (14) - 16h - Estádio João Marcatto (Jaraguá do Sul)
Fonte: NSC TOTAL
Imagem: Kadu Reis / CBN Diário
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E se os Regionais voltassem para o futebol brasileiro?
No ano passado fizemos uma proposta de calendário para o futebol brasileiro, com a volta dos mata-matas no Brasileirão. Chegou à vez da manutenção do consolidado sistema de pontos corridos. Com alguns ajustes, entre eles: O Brasileiro durando todo o ano e com à volta de competições que marcaram época como: Torneio Rio SP e Copa Sul Minas. Confira!!!
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Fonte: Globo Esporte
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Fonte: nsctotal.com.br / Por: Roberto Alves
O último brilho do America, semifinalista do Campeonato Brasileiro de 1986
Tradicional força e celeiro de craques do futebol carioca e brasileiro, o America viveu seu último grande momento no cenário nacional no Campeonato Brasileiro de 1986, chegando às semifinais da competição. Na verdade, o torneio já havia atravessado o ano seguinte quando o clube rubro começou a surpreender e desbancar favoritos com um time jovem, aguerrido e aplicado taticamente dirigido por Pinheiro, no qual se destacavam o talentoso meia Renato (a revelação do campeonato) e o eterno goleador Luisinho Lemos. E, há exatos 30 anos, essa história – que vale a pena ser relembrada desde a origem – chegava ao fim.
Prólogo: Campeão dos Campeões
A boa fase do time tijucano começa no início de 1982, com a eleição de Lúcio Lacombe para a presidência do clube. Disposto a recolocar o America entre as principais forças do futebol brasileiro, ele investiu pesado (mais de 100 milhões de cruzeiros, uma fortuna para a época) para montar uma equipe capaz de incomodar os favoritos. Com os reforços vindos principalmente do futebol paulista, o clube conquistou o acesso à Taça de Ouro durante o Campeonato Brasileiro.No período entre o fim do Brasileiro e o início da Copa do Mundo, a CBF organizou a Taça dos Campeões, torneio que reunia os principais clubes do país, para mantê-los em atividade. Dirigido por Olegário Tolói, o Dudu, ex-volante da Academia palmeirense nos anos 60, o America surpreendeu, terminando em primeiro num grupo com Atlético-MG, Cruzeiro e Grêmio, despachou a Portuguesa no Pacaembu nas semifinais e venceu o Guarani na decisão.
No Campeonato Carioca que viria a seguir, o time oscilou na Taça Guanabara, e Dudu foi substituído pelo antigo ídolo americano Edu Antunes Coimbra, que comandava os juvenis. Praticando um futebol francamente ofensivo e liderado pelos gols do centroavante Luisinho Lemos (de volta após passagem pelo Las Palmas), a equipe se recuperou no segundo turno, venceu Vasco e Flamengo no caminho e conquistou a Taça Rio com vitória categórica de 4 a 2 sobre o Fluminense na última rodada, classificando-se para o triangular final do Estadual. Porém, duas derrotas de 1 a 0 em duelos muito equilibrados contra Flamengo e Vasco encerraram o sonho do título.
Mesmo sem pôr fim ao jejum no Estadual e apesar da venda do meia Elói para o Vasco ao fim da temporada, o balanço de 1982 era bastante satisfatório para o America, assim como era promissor o ano seguinte. Ainda mais porque começavam a despontar dois bons valores dos juvenis: o lateral Jorginho (que começou na esquerda, mas também podia jogar pelo lado direito) e o zagueiro Donato (que também podia atuar como lateral).
No Brasileiro de 1983, o America estreou vencendo o Atlético-MG de Reinaldo, Cerezo, Nelinho e Éder por 2 a 1 dentro do Mineirão. Na segunda fase, fez 4 a 2 no Grêmio de De León e Tita no Maracanã. Em ambas as etapas, terminou na liderança de seu grupo, o que o colocou rapidamente como o carioca mais cotado ao título. Mas na terceira fase a campanha foi decepcionante, com apenas uma vitória (vinda na última rodada) e um empate.
Mesmo assim, a expectativa e a confiança seguiram em alta. Em agosto, o clube excursionou à Europa pela primeira vez em seis anos, conquistando o Troféu Costa Dorada, na cidade espanhola de Tarragona, batendo o Valencia e o Dundee United, campeão escocês. Na volta, fez excelente campanha no Estadual, ficando em segundo na soma dos turnos, atrás apenas do Bangu. Mas como não conquistou nem a Taça Guanabara nem a Taça Rio, acabou de fora das finais. Como consolo, restou a artilharia de Luisinho, autor de expressivos 22 gols em igual número de partidas.
Crise e pés no chão
O ano de 1984 foi o último da gestão Lacombe. Diante do desapontamento pela falta de títulos, o time começou a ser desmanchado: perde de saída, e de uma vez só, o técnico Edu, o lateral Aírton e o volante Pires para o Vasco (de contrapeso, veio o volante Serginho). Mesmo assim, a equipe agora treinada por Gilson Nunes – outro ex-jogador do clube – fez campanha bastante aceitável no Brasileiro. Terminou novamente na liderança de seu grupo nas duas primeiras fases, superando Cruzeiro, Atlético-PR, Botafogo e Coritiba, mas outra vez caiu na terceira fase. O elenco reduzido começara a pesar.No segundo semestre houve uma profunda reformulação no elenco, afastando até medalhões, como Luisinho (que vai para o Palmeiras emprestado junto com o ponta Gilcimar) e Gilson Gênio (cedido ao Grêmio). Até mesmo revelações recentes da base, como Jorginho e Donato saem para os rivais Flamengo e Vasco, respectivamente. Na contramão chegaram quase uma dezena de reforços, a maioria oriunda do futebol paulista: do São Paulo vieram o goleiro Waldir Peres e o centroavante Marcão. Do Santos, o lateral Betão e o zagueiro Pagani. Do Palmeiras, o lateral Denys e o meia Cléo. Da Portuguesa, o meia Heriberto.
A lista se completava com outros jogadores que haviam feito seu nome naquele estado, mas agora defendiam outras equipes, como o zagueiro Tecão (ex-São Paulo, que estava no Bangu), o meia Murici (também ex-São Paulo, vindo do México) e o ponta Lúcio (ex-Ponte Preta, Guarani e Palmeiras, vindo do Flamengo na negociação de Jorginho). No entanto, o novo time fracassou em campo, terminando num modesto sexto lugar na classificação final, bem longe dos ponteiros, e as dívidas cresciam a ponto de motivarem uma greve dos jogadores.
No ano seguinte, incluído em um dos grupos dos grandes no Brasileiro, o America fez campanha bastante modesta, apesar de colher algumas boas vitórias diante de Cruzeiro, São Paulo e Portuguesa em São Januário, além de um surpreendente triunfo sobre o bem cotado Bahia em Salvador. Ainda no começo da campanha, perdeu o técnico Evaristo de Macedo para a Seleção Brasileira, recebendo o treinador da equipe sub-20, Jair Pereira. No segundo semestre, com a política de pés no chão do novo presidente Álvaro Grego, o time fez campanha de recuperação ao longo do Estadual, chegando a terminar a Taça Rio na terceira posição.
O time que encerrou aquele Campeonato Carioca formou a base do elenco de 1986. Se a equipe cumpriu campanha inferior à do ano anterior e teve que lidar com protestos da torcida, pelo menos viu despontar uma grande revelação: o ponta-direita Maurício, 23 anos, descoberto no Bonsucesso e que passara a ser cobiçado por clubes do Brasil e do exterior. Acabou assinando com o Botafogo, já no início do Brasileiro.
Na competição nacional, o America (dirigido desde a metade do Carioca pelo antigo preparador físico Djalma Cavalcanti) entrou sem grandes perspectivas, sorteado em um grupo difícil, no qual Flamengo, Corinthians e Grêmio apareciam como donos certos de três das vagas. O time rubro brigou num bloco intermediário contra Atlético-PR, Goiás, Ponte Preta e Joinville, e acima dos azarões Paysandu, Botafogo-PB e Sergipe. Pelo regulamento inicial, os seis primeiros colocados de cada um dos quatro grupos avançariam, mais os quatro melhores entre os demais. Mas, ao fim da primeira fase, uma polêmica entre Vasco e Joinville fez com que a CBF aumentasse o número de classificados.
Os primeiros passos do feito histórico
O começo da campanha foi bastante irregular. Na estreia, vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo-PB em João Pessoa, gol de Luisinho. Mas nos jogos seguintes, duas derrotas (1 a 0 para o Sergipe em Aracaju e 2 a 0 para o Flamengo no Maracanã) seguidas por um empate (0 a 0 com o Corinthians, também no Maracanã). Três pontos ganhos e apenas um gol marcado em quatro jogos. Mas mesmo assim, houve grande surpresa quando, no vestiário do estádio antes do jogo contra o Corinthians, Djalma Cavalcanti anunciou aos jogadores que estava deixando o America para aceitar uma boa proposta financeira do Piauí.Seu substituto seria Pinheiro, ex-zagueiro do Fluminense e da Seleção Brasileira nos anos 50 e 60, e que tinha carreira de treinador quase restrita à base tricolor (além de esporádicas passagens pelo time de cima) e à dupla tradicional de Campos (onde nascera), Americano e Goytacaz. Paternalista, de personalidade simples e estilo ‘boleiro’, o novo treinador logo abriu o elenco para o diálogo: “Aqui todo mundo fala. Não gosto de jogador calado”.
Consciente da inferioridade técnica e da inexperiência da maior parte de seu elenco frente aos grandes, Pinheiro passou a armar o America defensivamente. Era um time forte no bloqueio, vigoroso e que saía em rápidos contra-ataques valendo-se especialmente da inteligência do meia Renato e da malícia do veterano centroavante Luisinho. Outra providência foi transferir os jogos como mandante do Maracanã para o alçapão de Caio Martins, em Niterói. Lá, o America era especialmente duro de ser enfrentado: não perdia no estádio há quase seis anos – invencibilidade que manteria durante aquela campanha.
Nos dois primeiros jogos sob o comando de Pinheiro, dois grandes resultados: vitórias sobre o Paysandu em Belém (1 a 0, gol de Ramon, driblando o goleiro) e a Ponte Preta em Caio Martins (3 a 1, com dois gols de Luisinho e um de Renato). Em seguida, no entanto, um empate travado com o Atlético-PR em Niterói (0 a 0) e duas derrotas fora de casa para Goiás (um apertado 3 a 2) e Joinville (um elástico 4 a 1) colocaram a classificação em risco.
Na última rodada, o America recebia o Grêmio e precisava vencer de qualquer jeito. Porém o bom retrospecto recente contra o Tricolor gaúcho, para quem os rubros não perdiam há seis anos em competições oficiais, era animador. Dito e feito: mesmo com o adversário fechado, a vitória (2 a 0) e a vaga vieram no fim. Bene aproveitou a sobra de um escanteio para abrir o placar, e Luisinho deu números finais ao jogo marcando num rebote de Mazarópi. O America terminava a primeira fase na sexta colocação entre 11 clubes.
Começando a aprontar
Na etapa seguinte, o America seria alinhado em mais um grupo difícil, com quatro adversários paulistas (São Paulo, Palmeiras, Santos e Ponte Preta) e dois cariocas (Botafogo e Bangu), além do catarinense Joinville e do paraibano Treze. Em tese, pelos prognósticos, a campanha terminaria ali, já que havia candidatos mais consistentes às quatro vagas para as oitavas de final. Mas, sem tanto alarde, o time de Pinheiro começou a aprontar das suas.Na estreia, vitória de 1 a 0 sobre o Bangu em Caio Martins. No jogo seguinte, derrota pelo mesmo placar para o Santos na Vila Belmiro, num jogo em que o goleiro Pimenta foi expulso e seu reserva, Régis, entraria sob as traves para não sair mais. No terceiro jogo, em Niterói, o Palmeiras abriria o placar com Mirandinha logo aos 30 segundos, mas o America não deixaria barato, empatando logo na saída de bola com Ramon. E o 1 a 1 permaneceria até o fim.
O mesmo placar, aliás, seria repetido no jogo seguinte contra o temível São Paulo no Morumbi: Careca passou a Müller na esquerda e este chutou forte para abrir o placar. Mas depois Luisinho, cobrando pênalti marcado após toque de mão de Oscar na área, deixaria tudo igual. Depois de uma derrota para a Ponte Preta em Campinas, devolvendo os 3 a 1 da primeira fase, o America se recuperou batendo o Treze em Caio Martins (1 a 0, outro gol de Luisinho) e o Botafogo no clássico do Maracanã (2 a 1 de virada, com gols de Ramon e Luisinho – mais um – numa pedrada em cobrança de pênalti).
O primeiro turno da segunda fase se encerrou com mais uma derrota para o Joinville, pedra no sapato americano naquela campanha e que curiosamente era dirigido pelo ídolo rubro Edu: 2 a 0 em Santa Catarina. Aquele, no entanto, seria o último revés do America nesta fase. Na abertura do returno viria uma boa vitória sobre a Ponte Preta, novamente em Caio Martins: 2 a 1. No primeiro gol, Paulo Henrique avançou em velocidade e cruzou da linha de fundo para cabeçada certeira de Renato. E no segundo, Denílson soltou uma bomba cobrando falta, o goleiro Sérgio deu rebote e Luisinho conferiu.
Veio então uma sequência de empates, aberta com o 1 a 1 diante do forte time do Palmeiras no Parque Antártica. Foi o inverso do jogo do turno em Caio Martins: o America abriu o placar em cabeçada fulminante de Luisinho após cruzamento de Paulo Henrique, mas o Alviverde empatou em cobrança de falta de Mirandinha. No jogo seguinte, um bom duelo com o São Paulo em Caio Martins entre a garra americana e a técnica tricolor que, no entanto, terminou sem gols.
Depois, mais três empates: 0 a 0 contra o Botafogo no Maracanã, 1 a 1 com o Joinville em Caio Martins e um suado 1 a 1 diante do Bangu em Moça Bonita: com um a menos desde o primeiro tempo, após a expulsão do zagueiro Denílson, o America saiu atrás no marcador, mas empatou graças a um gol antológico de Renato. Lançado por César por elevação na altura da marca do pênalti, o meia ganhou a disputa pelo alto com o adversário, dominou a bola no peito, girou e disparou de primeira um petardo que estufou as redes banguenses.
Veio então a pausa de fim de ano, paralisando o torneio na metade de dezembro para retornar só na última semana de janeiro de 1987. Na volta, no dia 25, o America faria partida decisiva pela classificação contra o Santos, adversário direto. Se vencesse, garantiria a vaga nas oitavas com uma rodada de antecedência. Em caso de empate, precisaria vencer o Treze em Campina Grande. Já se fosse derrotado, só mesmo uma combinação de resultados impediria a eliminação.
Mas nem foi preciso fazer contas: o Santos foi mais um a cair no alçapão de Niterói. O gol da vitória e da classificação saiu numa bomba em cobrança de falta do zagueiro Denílson, que o goleiro santista Nilton pegou e largou, caindo dentro do gol. Na última rodada, com time misto, o America ficou no empate em 1 a 1 com o Treze em Campina Grande, enquanto os principais talentos se poupavam para a fase seguinte.
O mata-mata do Brasileiro
O adversário das oitavas de final foi a Portuguesa, que vinha de grande campanha nas duas primeiras fases e, portanto, tinha as vantagens de jogar por dois resultados iguais e de decidir o duelo em casa. Mas no primeiro jogo, em Caio Martins, o America reverteu a situação, vencendo por 1 a 0, gol do ponta César Rabelo, incorporado ao elenco durante a pausa do fim de ano. Na volta, no Pacaembu, o time de Pinheiro segurou a pressão da Lusa, contra-atacou com perigo e saiu com um empate em 0 a 0 e a surpreendente vaga nas quartas de final.O duelo seguinte seria o jogo que colocaria o país inteiro de olho no time carioca. O adversário das quartas era o Corinthians, que havia eliminado o Grêmio na fase anterior com dois empates – resultados que dariam ao America a vantagem de jogar agora por resultados iguais e decidir a vaga em casa. Ironicamente, o técnico alvinegro era Jorge Vieira, o mesmo que levara os rubros a seu último título carioca, em 1960. Embora não viesse praticando um futebol dos mais convincentes, o Corinthians era destacado favorito e contava com jogadores tarimbados, como os goleiros Carlos e Valdir Peres, além do lateral Edson, dos meias Biro Biro e Cristóvão, do centroavante Edmar e do ponta João Paulo.
Na partida de ida, no Pacaembu, o America bloqueou os espaços ao Corinthians, que não deu um chute ao gol durante toda a etapa inicial, e matou o jogo no segundo tempo: aos sete minutos, Luisinho recebeu de Paulo César na esquerda e enfiou para Renato na área. O meia só teve o trabalho de deslocar Valdir Peres para abrir o placar. Depois, aos 28, Ramon escorou cobrança de escanteio e a bola sobrou para Luisinho conferir, mesmo caído. A vitória por 2 a 0 deixava os cariocas bem perto das semifinais.
A enorme vantagem trazida para o Rio ficaria ainda maior no primeiro tempo do jogo de volta no Maracanã, quando Ramon abriu o placar com um leve toque sobre Carlos. Na etapa final o Corinthians viraria o marcador com dois gols do zagueiro Jatobá, pondo fim a 11 jogos de invencibilidade do time de Pinheiro na competição. Mas não era o suficiente para encerrar ali a campanha rubra. O America iria às semifinais para medir forças mais uma vez com o estelar time do São Paulo de Careca, Müller, Silas e Pita.
A dramática semifinal
No primeiro jogo, no Morumbi, o Tricolor paulista dominou amplamente, tentando fazer prevalecer sua maior qualidade técnica. Mas, além da chuva e do gramado um tanto pesado, esbarrou na forte marcação americana e nas defesas milagrosas do goleiro Régis. O time rubro, que jogava para tentar pelo menos um empate, ainda provocou alguns sustos em contra-ataques puxados por Luisinho e Renato. Somente a dez minutos do fim o jogo sairia do 0 a 0, quando Careca recebeu de Silas, limpou o lance e bateu de pé esquerdo rasteiro, cruzado, de fora da área. A bola passou por entre várias pernas americanas e são-paulinas, morrendo bem no canto esquerdo do goleiro do America. Um gol chorado.O jogo da volta, disputado em 18 de fevereiro de 1987 em um Maracanã com pouco mais de 50 mil torcedores, foi um épico. Precisando vencer, o America saiu de suas características defensivas e pressionou o São Paulo. No primeiro lance de perigo, Pedro Paulo passou a Renato no lado direito da área, e o meia chutou. Gilmar deu rebote nos pés do mesmo Pedro Paulo, que errou na conclusão, mandando por cima do gol.
O São Paulo deu o troco em cabeçada de Careca, que passou bem perto da trave de Régis. Na segunda grande chance tricolor, aos 41 minutos, saiu o primeiro gol do jogo: Careca foi lançado do lado esquerdo da área do America e aparou de cabeça para o meio, onde Pita testou para a defesa de Régis. O rebote sobrou novamente para Careca, que num lance magistral, tocou por baixo da bola, encobrindo toda a defesa americana. Paulo César ainda tentou tirar de bicicleta, mas a bola já havia ultrapassado a linha.
Depois do baque, o America voltou do intervalo atacando mais, e empatou o jogo aos 27 minutos. Após bola alçada na área procurando Luisinho, o camisa 9 desvia com a cabeça para a conclusão de Renato, tirando de Gilmar. Animado, o time carioca ainda criou ótimas chances de gol. Numa delas, Renato chutou forte da entrada da área, Gilmar espalmou e a bola quicou por baixo de seu corpo, continuando a trajetória até quase a linha do gol, quando o arqueiro conseguiu voltar e fazer a defesa.
Ao contrário da primeira partida, agora era o São Paulo quem surpreendia nos contra-ataques, como na jogada em que Müller apanhou de sem pulo uma bola mal espanada pela zaga do America e acertou a trave de Régis. No último lance de perigo, já bem no fim da partida, Renato bateu firme de fora da área e a bola bateu no peito de Gilmar, saindo para escanteio.
Nos vestiários após o jogo, o guerreiro Luisinho Lemos caiu em lágrimas. Valente e enfrentando de igual para igual o time de maior qualidade técnica do campeonato e que tinha jogadores de primeiro nível em todos os setores, o America ficou por um gol de ir à decisão do Brasileiro com o Guarani e também de garantir vaga na Taça Libertadores. Mas, de qualquer maneira, já havia alcançado ali um feito histórico: ainda que aquela equipe fosse mais limitada que as de três ou quatro anos antes, o clube cumpria sua melhor campanha na história da competição.
O elenco da grande campanha
O time-base da equipe semifinalista do Campeonato Brasileiro de 1986 sofreu constantes modificações ao longo dos 32 jogos da campanha. Houve até contratações e dispensas em meio à maratona da competição. Mas os 11 titulares quase sempre giravam em torno dos nomes a seguir.No gol, um dos destaques da equipe foi o jovem goiano Régis, 21 anos, vindo do Vasco por empréstimo em troca pelo veterano Paulo Sérgio. Ganhou a posição do pernambucano Pimenta (ex-Náutico) no início da segunda fase. Mais tarde, Régis teria passagem como titular da camisa 1 cruzmaltina, antes de se consagrar no Paraná Clube como exímio defensor de pênaltis.
Na lateral-direita, o também jovem Polaco, 20 anos ao início do torneio, chegara no ano anterior vindo do São Borja gaúcho e tinha no currículo o título sul-americano sub-20 com a Seleção Brasileira. Marcador duro e ótimo apoiador, foi convocado novamente para as Seleções de base, ficando de fora durante boa parte da segunda fase. Seu substituto neste período foi o maranhense Dedé, revelado pelo próprio America, e que mais tarde defenderia o Vasco.
A vigorosa dupla de zaga era formada pelo também gaúcho Bene, ex-júnior do Internacional com passagem rápida pelo Olaria, e o carioca Denílson, outro garoto campeão sul-americano sub-20 com a Seleção no ano anterior, dono de chute forte em cobranças de falta. Na lateral-esquerda, despontava o baiano Paulo César, vindo do Itabuna, e que ganhara a posição de titular com a chegada de Pinheiro, substituindo seu homônimo (e mais experiente) Paulo César Carioca.
Do meio para a frente, três jogadores foram intocáveis. O volante gaúcho Müller, revelado pelo Novo Hamburgo e vindo do Internacional, jogador combativo que atuava mais plantado à frente da defesa. O meia Renato era o toque de classe da equipe. Revelado pelo próprio clube durante o Estadual de 1984, chegara a ser escalado na ponta-direita no começo da carreira, mas depois de instalado em sua verdadeira posição, crescia a olhos vistos. Jogava de cabeça erguida, distribuindo passes e lançamentos precisos.
E havia ainda o onipresente Luisinho Lemos, centroavante, 35 anos completados durante o torneio. Apesar da idade, mantinha a agilidade e o deslocamento incessante que o marcaram desde o início da carreira. Mantinha também o bom preparo físico: foi o único do elenco a atuar em todas as partidas como titular. Além, é claro, do faro de gols: foi o artilheiro da equipe naquele Brasileiro, balançando as redes 13 vezes. Era um perigo constante para as defesas adversárias.
As demais posições do meio e do ataque eram ocupadas com mais frequência por cinco jogadores, que se revezavam. O mais experiente era o volante Serginho, 26 anos, revelado pelo Vasco no início da década, e que chegara ao America no começo de 1984 como parte da negociação que levou Pires e Aírton a São Januário. Voltava após uma passagem pelo Santos por empréstimo no segundo semestre de 1985. Além dele havia o meia Pedro Paulo, de apenas 18 anos, outra talentosa revelação do elenco; e o versátil César, que podia jogar tanto como falso ponta pela esquerda quanto de segundo volante ou meia-armador.
Na frente, outro “quase titular” era o centroavante Ramon, vindo do Volta Redonda. Jogador mais lento e menos técnico, mas eficiente para prender a defesa adversária e atuar como pivô, além de marcar gols importantes. E havia também o ponta-esquerda Paulo Henrique, emprestado pelo Flamengo, filho do ex-lateral-esquerdo rubro-negro de mesmo nome dos anos 60, e que não ficaria até o fim da competição, negociado com o Sporting Braga português na virada para 1987. Na reta final, durante o mata-mata, a posição seria ocupada por outro César, o Rabelo, jogador rodado com passagens pelo Botafogo e vários outros clubes, e que vinha treinando no Andaraí e acabaria incorporado ao elenco.
Epílogo: A queda meteórica
A temporada de 1987, iniciada com o Campeonato Carioca em março, seria um completo anticlímax depois da surpreendente campanha no Brasileiro. No Estadual, o time trocou de técnico diversas vezes – Pinheiro, demitido ainda na Taça Guanabara, é substituído por um novato chamado Vanderlei Luxemburgo e vai para o Bangu, onde conquistaria a Taça Rio – e perdeu jogadores importantes no elenco, entre eles Luisinho, que deixa o clube para jogar no Qatar. Acabou apenas na oitava colocação, dois pontos acima da zona de rebaixamento.Mas o pior viria no segundo semestre. Excluído da Copa União, recusa-se a disputar o chamado Módulo Amarelo por considerar tratar-se de uma segunda divisão do Brasileiro, e perde todos os seus jogos por W.O. Passa os quatro meses da competição praticamente inativo, apenas disputando amistosos, o que faz com que seus jogadores percam os holofotes atraídos no ano anterior e se desvalorizem.
No ano seguinte, viria o golpe final na grandeza do clube. Mesmo voltando à atividade e trazendo antigos ídolos como o meia Elói e o técnico Edu, só consegue se salvar da queda no Carioca na última rodada, graças a uma goleada sofrida pelo Goytacaz contra o Flamengo. Enquanto os últimos remanescentes do time de 1986 deixam o clube – Renato e Paulo César vão para a Gávea, Polaco para as Laranjeiras – o America é incluído no Brasileiro de 1988, mas tem que disputar o torneio recorrendo a novatos vindos dos clubes pequenos do Rio e ex-juvenis dos grandes. De experiente, há apenas o goleiro Paulo Vitor, ex-Fluminense.
A queda é anunciada desde o começo do torneio, e o time se arrasta, vencendo apenas duas de suas 23 partidas (contra Palmeiras e Santa Cruz, ambos em São Januário). Menos de dois anos depois de ter sido semifinalista do Brasileiro, o America termina a última participação de sua história na elite nacional como o lanterna. O encolhimento vem depressa. Dentro de pouco tempo o clube estará na terceirona nacional, e dali para o limbo absoluto. Perde espaço até no Estadual, no qual também deixa a elite. Hoje, trinta anos depois de seu último grande feito, o America vive à sombra do que já representou.
*Gostaria de dedicar esta matéria à memória do ponta-esquerda Paulo Henrique, falecido no Rio na última segunda-feira, aos 52 anos, quando o texto já havia sido concluído.
Créditos: trivela.com.br
PROPOSTA DA AUVII MIX, DE CALENDÁRIO PARA O FUTEBOL BRASILEIRO
No final da matéria você confere o vídeo!
25/05/2020 - 13:00
Obs: Foi usado como referência o ano de 2020. Sem considerar as mudanças devido a "pandemia mundial." Apenas usando esse ano como base.
São apenas hipóteses, uma idéia de calendário que talvez não seja a mais coerente, mais pode ser mais atrativa.
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AGUARDAMOS SUA OPINIÃO!!!
ABAIXO, O VÍDEO DA MATÉRIA!
Edílson Capetinha garante: 'Eu, na fase boa, joguei mais que Messi e Neymar'
Neymar e Messi estão entre os melhores jogadores do mundo há alguns anos, com o argentino acumulando muitos prêmios individuais e se colocando entre os maiores da história. Porém, um brasileiro afirmou nesta terça-feira que jogou mais que essa dupla: Edílson Capetinha.“Eu. Na fase boa, eu. Para ele jogar mais do que eu, ele tem que ser campeão mundial. Eu tenho personalidade. O Messi, para jogar mais do que eu, tem que ser campeão mundial”, relatou.
Perguntado em seguida se jogou mais que Messi, ele respondeu: “Joguei”.
Edílson lembrou que o hoje técnico Renato Gaúcho já falou, em algumas entrevistas, que foi melhor que o português Cristiano Ronaldo.
“O Renato Gaúcho falou que jogou mais que o Cristiano Ronaldo. O Cristiano Ronaldo é só força, chuta de direita, de esquerda. Eu sou mais habilidoso que ele, concluiu.
Fonte: ESPN
Foto: Reprodução / Edilson na Copa de 2002 / confronto: Brasil x Turquia.
Maicon ganha processo do São Paulo e amplia histórico de rusgas com clube e torcida
O jogador entrou na justiça alegando que deveria receber adicionais por trabalhar aos domingos e feriados
Mesmo tendo ficado quatro anos no São Paulo, Maicon nunca contou com o carinho da torcida. Agora, ídolo do Grêmio, voltou a entrar em conflito com o Tricolor: o volante entrou com processo contra o clube, alegando que teria que receber pagamento adicional por trabalho noturno e aos domingos e feriados.A notícia não caiu nada bem nas redes sociais. Torcedores da equipe paulista, começaram, em peso, a atacar o jogador nas redes sociais: a torcida fala que jogar no fim de semana é natureza da profissão e aponta para o fato de que o atual meio-campista do Grêmio não entrou na justiça contra nenhum outro de seus ex-clubes.
Esse tipo de processo começou com Paulo André, atual diretor de futebol do Athletico-PR, que processou o Corinthians pelo mesmo motivo e venceu a causa, conseguindo chegar a um acordo judicial de R$ 750 mil. No caso de Maicon, o São Paulo concordou em pagar R$ 200 mil ao volante.
Créditos: goal.com
Foto: Reprodução
Ricardo Oliveira desabafa após ter nome em lista de dispensa do Atlético-MG e fala sobre seu futuro
Em conversa com Ademir Quintino, Ricardo Oliveira falou sobre o assunto e desabafou: “(Fui) surpreendido com uma situação, que todo mundo ficou sabendo, que saiu na imprensa, mas ainda assim, diante de tudo isso, o meu presente hoje é o Atlético. Tenho contrato até o final de dezembro e é o que eu penso. Não só por planejamento familiar, mas por planejamento profissional, de um contrato de três anos, e eu estou cumprindo esse contrato”.
O atacante deixou o seu futuro em aberto, mas preferiu não dar maiores detalhes: “O futuro está nas mãos de Deus. A gente não pode falar de cabeça quente. Estou no calor de uma notícia ou de outra. Sou um cara muito sereno, faço as minhas reflexões, fico tranquilo em casa, tenho contrato. Semana que vem as coisas já voltam à sua normalidade, e vamos ver o que vai acontecer, de que forma vai ser conduzido tudo para depois a gente se posicionar”.
Você sabia que o Bangu já foi “campeão mundial”? Entenda a história
05/05/2020 - 14:15
Considerado um dos clubes mais tradicionais do Rio de Janeiro, Bangu Atlético Clube tem como uma das suas maiores glórias a conquista de um torneio pouco lembrado no Brasil: a International Soccer League, uma das primeiras tentativas de se criar uma competição a nível mundial entre clubes.
Idealizada pelo milionário William B. Cox, acreditando que o futebol poderia se tornar tão popular nos Estados Unidos quanto no resto do mundo, a International Soccer League seguiu todos os parâmetros para ser uma competição “dentro da lei”. Cox filiou a ISL na American Soccer Leaguer, uma liga reconhecida pela US Army Soccer Association (USSFA), única entidade autorizada pela FIFA para gerenciar o futebol em terras norte-americanas na época.
Onze países ficaram incumbidos de enviar à Nova York e Nova Jersey, as duas sedes do torneio, seus melhores representantes. Campeão mundial dois anos antes, o Brasil foi um dos primeiros a receber um convite. Por falta de uma competição nacional regular, ficou definido que o representante brasileiro seria do Rio de Janeiro, Distrito Federal do país na época. Vice-campeão carioca no ano anterior, o Bangu foi escolhido prontamente para suprir a vaga do campeão Fluminense, que rejeitou o convite por problemas no calendário.
Aliás, essa foi a principal justificativa para outros países não mandarem seus respectivos campeões. Por exemplo, a Oberliga Süd, a primeira liga de futebol da Alemanha, foi representada pelo terceiro colocado FC Bayern München. Já a Itália teve a Sampdoria, apenas o quinto colocado na última competição nacional, como seu representante.
Problemas superados, fato é que o torneio empolgou o povo norte-americano, fazendo até o prefeito de Nova York, Robert F. Wagner Jr., apresentar aos meios de comunicação, em 24 de maio de 1960, as equipes que fariam parte da ambiciosa competição mundial.
A competição
Nos primeiros dias do mês de julho, as onze equipes internacionais juntaram ao New York Americans, formada por atletas britânicos para representar o país sede, para as iniciações da competição. Como definido em regulamento, elas seriam divididas em dois grupos, onde só o primeiro colocado de cada se classificaria para a final.
Grupo 1 Sede: Downing Stadium e Roosevelt Stadium, em Nova Jersey
Kilmarnock Football Club (Vice-campeão Escocês de 1959/60)
Burnley Football Club (Campeão Inglês de 1959/60)
OGC Nice (Campeão Francês de 1958/59)
New York Americans (Representante do país sede)
FC Bayern München (3º lugar Oberliga Süd de 1959/60)
Glenavon Football Club (Campeão Norte-Irlandês de 1959/60)
Grupo 2 Sede: Estádio Polo Grounds, em Nova York
Bangu Atlético Clube (Vice-campeão Carioca de 1959)
Estrela Vermelha de Belgrado (Campeão Iugoslavo de 1959/60)
Unione Calcio Sampdoria (5º lugar Campeonato Italiano de 1958/59)
Sporting Clube de Portugal (Vice-campeão Português de 1959/60)
IFK Norrköping (Campeão Sueco de 1960)
Sportklub Rapid Wien (Campeão Austríaco de 1959/60)
Por parte do Bangu, chegaram à Nova York uma delegação composta por 17 jogadores (Entre eles o campeão mundial Zózimo e o jovem Ademir da Guia), o chefe da delegação Sérgio Vasconcelos, o médico Ivon Côrtes e o jornalista Antônio Cordeiro.
Campanha do Bangu
Com uma média de mais de 15 mil torcedores por partida, o Bangu foi a grande sensação da primeira fase. Jogando um futebol vistoso, os brasileiros classificaram-se para a final de maneira invicta, com quatro vitória (sobre Sampdoria, Rapid Wien, Sporting e Estrela Vermelha) e um empate (contra IFK Norrköping). Destaque para a dupla Zé Maria e Luís Carlos, artilheiros da equipe na primeira fase, com cinco gols cada.
Jogos do Bangu na primeira fase
4 de Julho de 1960 – Bangu 4 x 0 Sampdoria (Estádio Polo Grounds)
10 de Julho de 1960 – Bangu 3 x 2 Rapid Wien (Estádio Polo Grounds)
16 de Julho de 1960 – Bangu 5 x 1 Sporting (Estádio Polo Grounds)
20 de Julho de 1960 – Bangu 0 x 0 IFK Norrköping (Estádio Polo Grounds)
31 de Julho de 1960 – Bangu 2 x 0 Estrela Vermelha (Estádio Polo Grounds)
Classificação – Grupo 2 1 – Bangu (Brasil) 9 pontos CLASSIFICADO
2 – Estrela Vermelha (Iugoslávia) 7 pontos
3 – Sampdoria (Itália) 5 pontos
4 – Sporting CP (Portugal) 4 pontos
5 – IFK Norrköping (Suécia) 3 pontos
6 – Rapid Wien (Austria) 0 ponto
Observação: A vitória valia 2 pontos; empate 1
Na final, os brasileiros teriam pela frente o Kilmarnock, outra equipe também invicta no torneio.
A FINAL
Em jogo único, no dia 6 de agosto de 1960, o Bangu bateu o clube escocês, com dois gols de Válter, e faturou o título para o Brasil, no Estádio Polo Grounds. Naquele momento, a equipe da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro era referenciada como o melhor time do planeta. Tanto que após o final da partida, em um dos atos mais memoráveis da história do futebol, os próprios jogadores do Kilmarnock carregaram nos braços o capitão do alvirrubro, Décio Esteves.
Kilmarnock 0 X 2 Bangu Estádio: Estádio Polo Grounds Árbitro: James McLean Público: 25.440 BANGU – Ubirajara, Joel e Darci Faria; Zózimo, Ananias e Nilton dos Santos; Correia, Zé Maria, Décio Esteves, Valter e Beto. KILMARNOCK – Jimmy Brown, Jimmy Richmond e Matt Watson; Frak Beattie, Bill Toner e Bobby Kennedy; H. Brown, Jackie McInally, Vernon Wentzel, Bert Black e Billy Muir.
Gols: Valter (2 vezes), aos 3min do 1º tempo e aos 42min do 2º tempo
Nunca houve nenhuma mobilização para que o título do Bangu fosse considerado oficial pela FIFA. Vale lembrar que alguns jornais brasileiros até intitularam a competição como um torneio mundial de futebol, exemplo a Folha de São Paulo em 15 de Janeiro de 1960, mas independente do reconhecimento ou não da entidade, o fato histórico existiu, e deve ser divulgado e eternizado.
Aconteceu ainda mais quatro edições da International Soccer League, chegando a ter até outro brasileiro como campeão, o América-RJ, em 1962, mas a competição nunca mais teve aquela grande repercussão que a primeira edição representou ao mundo. A justificativa, além de diversos fatores financeiros, está na criação da Copa Intercontinental, que também surgiu em 1960.
BANGU – Elenco campeão International Soccer League 1960
TITULARES – Ubirajara, Joel e Darci Faria; Zózimo, Ananias e Nilton dos Santos; Correia, Zé Maria, Décio Esteves (C), Valter e Beto.
BANCO DE RESERVAS – Aílton, Mário Tito, Paulo César, Ademir da Guia, Luís Carlos e Durval.
Técnico: Elba de Pádua Lima (Tim)
Créditos: Lance
Governo conversa com clubes e projeta volta do futebol 'em breve'
- Estamos conversando com a CBF e com os clubes para garantir que os protocolos sejam adequados para termos tempo de implementar. Mas o que a gente pode dizer é que isso será em breve. O povo brasileiro está em casa, quer assistir a seu jogo de futebol, os campeonatos têm que continuar. Óbvio, assim que as condições forem propícias, eles vão continuar - afirmou, ainda evitando adiantar uma data de recomeço.
Outro setor que Costa afirmou que pode reabrir em breve é o de bares e restaurantes. Aos seus olhos, o momento é do país manter sua produtividade.
- Nós precisamos de produção. Precisamos jogar futebol, precisamos reabrir bares e restaurantes, precisamos reabrir indústrias que foram fechadas, precisamos voltar a produzir - afirmou, ressaltando:
- Sempre colocando a saúde em primeiro lugar. Mas fazendo com que as condições de vida também sejam preservadas. E o futebol é um exemplo. Sempre de forma planejada, seguindo protocolos e sem colocar em risco a saúde das pessoas - completou.
O secretário especial ainda detalhou que os jogos de futebol serão cercados de cuidados sanitários.
- A ideia não é fazermos um grande evento esportivo, porque os portões vão estar fechados. Então, é um evento com relativamente poucas pessoas. Não vai ser aberto à população, vai ser um evento privado, restrito - disse.
Em seguida, detalhou como tende a ser o procedimento a cada partida:
- Nossa preocupação principal é com a saúde, seguindo protocolos para preservar também a saúde dos jogadores, do bandeirinha, dos massagistas. Terá protocolo com testes, inclusive para jornalistas - declarou.
Os Campeonatos Estaduais e regionais foram paralisados há cerca de um mês, após um pedido de suspensão das competições pelo país afora. O Roraimense foi o último a bater o martelo quanto à paralisação da competição.
O Campeonato Amazonense teve suas rodadas canceladas e foi considerado encerrado pela Federação local.
10/03/2020 - 18:42
A Fundação Municipal de Esportes de Indaial informa que estão abertas as inscrições gratuitas para as escolinhas de Basquete através do Programa Semente.
✅ Confira o cronograma:
➡ Segunda-feira, na EEB Prefeito Marcus Rauh (bairro Estrada das Areias), das 17h às 18h e das 18h às 19h: Masculino e Feminino, dos 9 aos 12 anos e dos 13 aos 16 anos.
➡ Terça-feira, na EEB Professora Atella Jenichen (bairro João Paulo II), das 17h às 18h, das 18h às 19h, das 19h às 20h e das 20h às 21h: Masculino e Feminino, dos 8 aos 10 anos, dos 11 aos 12 anos, dos 13 aos 15 anos e dos 16 aos 17 anos (esse último somente Masculino).
➡ Terça-feira, na EBM Encano Baixo Rudolf Alfarth (bairro Encano), das 14h às 15h e das 15h às 16h: Masculino e Feminino, dos 10 aos 12 anos e dos 13 aos 15 anos.
➡ Quarta-feira, na EBM Professora Maria da Graça dos Santos Salai (bairro Tapajós), das 17h às 18h e das 18h às 19h: Masculino e Feminino, dos 10 aos 12 anos e dos 13 aos 15 anos.
➡ Quinta-feira, na EEF Gustavo Barroso (bairro Warnow), das 14h às 15h e das 15h às 16h: Masculino e Feminino, dos 9 aos 12 anos e dos 13 aos 16 anos.
➡ Quinta-feira, na EEB Tancredo de Almeida Neves (bairro Estados), das 17h às 18h e das 18h às 19h: Masculino e Feminino, dos 10 aos 12 anos e dos 13 aos 15 anos.
➡ Sexta-feira, no Colégio Municipal de Indaial (bairro Carijós), das 17h às 17h45 e das 17h45 às 18h30: Masculino e Feminino, dos 10 aos 12 anos e dos 13 aos 15 anos.
➡ Sexta-feira, na EEF Professor Florentino Vetter (bairro Encano), das 14h às 15h e das 15h às 16h: Masculino e Feminino, dos 10 aos 12 anos e dos 13 aos 15 anos.
Mais informações pelo telefone 99627-8684 com o professor Luiz Bortolini.
Programa “Vida Ativa” vai ampliar atividades esportivas, recreativas e culturais ofertadas aos idosos de Indaial
O evento ocorreu no Centro de Convivência do Idoso e contou com a presença do prefeito, André Moser; do diretor-presidente da FME, Ademir Packer; do coordenador do Programa Semente, Ivan Maziero; do gerente de Integração Assistencial, Charles Roberto dos Santos; da gerente de Promoção da Terceira Idade, Sirlene Gielow da Veiga; do representante da FME junto a Fesporte, professor Gio Michels, e de diversos idosos.
As atividades com a terceira idade serão desenvolvidas pelos professores Luiz Carlos Macedo, Gilbram Zadi dos Santos e Gisiele Baldussi, recentemente contemplados com o Programa Bolsa-Técnico Municipal, da FME.
Elas iniciam na próxima segunda-feira, 16, nas seguintes modalidades: caminhada, ginástica laboral, voleibol, handebol, jogos de Mesa, basquetebol e bocha. O cronograma com dias, locais e horários deverá ser finalizado até o fim desta semana. Também serão realizadas visitas aos grupos da terceira idade distribuídos em diversos bairros para divulgar o projeto e buscar novos participantes.
As datas dos confrontos foram marcadas, a principio para os dias 11 e 18 de março
O time do vale do Itajaí abre o confronto longe de casa, lá em Pelotas no Bento de Abreu, e a volta será no acanhado Augusto Bauer, em Brusque. Já o Figueira começa a jornada jogando em seus domínios, Orlando Scarpelli, e o segundo jogo será no templo sagrado do Maracanã.
As datas dos confrontos foram marcadas, a principio para os dias 11 e 18 de março, mas a CBF ainda não desmembrou a 3ª fase da competição.
Fonte: Arquibancada SC
isso, eles pretendem emprestar jogadores de seus respectivos times para o clube do Canindé. Esperam, com isso, fortalecer o elenco da Lusa. Ainda não está decidido se os salários desses atletas serão pagos seus próprios times ou se a Lusa teria condições financeiras de assumir isso. Hoje, a discussão caminha para que os grandes arquem com essa despesa. É um jeito encontrado para fortalecer o futebol de São Paulo. Os presidentes entendem que a Portuguesa é importante no Estado. O único senão é convencer os jogadores a defender o time do Canindé por uma temporada, uma vez que haveria pouca visibilidade para eles nesse momento. A Lusa disputa a Série A2 do Paulista. Briga pela Copa Paulista e divisões inferiores do Brasileiro. Não se sabe ainda como será o segundo semestre para o clube. A Lusa acredita que essa ajuda com clubes de São Paulo pode impulsionar o time. Há uma sequência de tarefas duras para colocar o clube em dia. A dívida está na casa dos R$ 400 milhões. O futebol precisa andar nos trilhos. O clube sempre teve trabalho de revelação. O Canindé está mal cuidado. A expectativa é que os próximos dois anos sejam de ganhos e de rearranjo.
Fonte: headtopics.com / Estadão
Foto: Reprodução / Canindé
Saiba quanto recebe o Flamengo de premiação com o título da Taça Guanabara
Clube arrecada 500 mil fixos, além de 60% da renda da partida deste sábado, contra o Boavista; Rubro-Negro conquistou o título após vitória por 2 a 1
O Flamengo chegou a mais um título. Desta vez, a taça levantada foi a da Taça Guanabara, após vitória sobre o Boavista, por 2 a 1, no Maracanã. O confronto deste sábado de Carnaval também fica marcado por outra premiação financeira. São 500 mil fixos, além de 60% (R$ 1.299.960,00) da renda (R$ 2.166.600, 00). O total a ser arrecado, assim, é de R$ 1.799,960,00.
O Boavista, em tempo, fica com 40% da renda: R$ 866.640,00.
Houve uma diminuição do prêmio em relação ao Estadual do ano passado. O motivo é a falta de acordo entre Flamengo e a TV Globo, detentora dos direitos de transmissão do torneio. Em 2019, as premiações para os campeões dos turnos (Taça Guanabara e Taça Rio) foram de R$ 1 milhão para cada um.
Nas semifinais, o Flamengo havia eliminado o Fluminense (vitória por 3 a 2, no Maraca), enquanto o Boavista passara pelo Volta Redonda graças à vantagem do empate (1 a 1, no Elcyr Resende).
OUTRAS PREMIAÇÕES EM 2020
Cabe lembrar que o Fla já tinha embolsado R$ 5 milhões pelo título da Supercopa do Brasil, conquistada diante do Athletico-PR, no domingo passado.
Quanto à Recopa Sul-Americana, a qual a finalíssima será disputada nesta quarta, contra o Independiente Del Valle, no Maracanã, o clube já tem 750 mil dólares (R$ 3,27 milhões) garantidos, pois é a premiação para o vice. E, caso seja campeão, 1,25 milhões de dólares (R$ 5,45 milhões) irão para os cofres da Gávea.
Fonte: LANCE
Foto: Marcelo Cortes / Flamengo
Goiás apresenta projeto de futebol feminino com gestores ex-Aliança
23/02/2020 - 07:32
Cristiane
Patrícia
Raniella
Ingrid
Débora
Dalila
Idalana
Marta
Letícia
Rosilda
Jaeli
Amanda
Jasmine
Caixeta
Glenda
Karine
Raillanny
Katyellen
Ana Júlia - Preparadora Física
Danilo Ferreira - Preparador de Goleiras
Pedro Augusto - Auxiliar do Preparador de Goleiras
Victor Martins – Fisioterapeuta
Júnior Vieira – Presidente do Projeto
Patrícia Menezes
Liga Nacional de futsal 2020: tabela completa da Primeira Fase:
1ª Rodada – 27/03
Minas TC x Corinthians
Jaraguá x Atlântico
Joaçaba x Umuarama
JoinvillexBlumenau
Campo MourãoxBrasília
Assoeva x Pato Futsal
Intelli x Cascavel
Foz x Tubarão
Carlos Barbosa x Marreco
Sorocaba x São José
Folga Praia Clube (MG)
2ª Rodada
Atlântico x Praia Clube (MG)
Corinthians x Joaçaba
Blumenau x Jaraguá
Umuarama x Campo Mourão
Pato Futsal x Joinville
Brasília x Intelli
Tubarão x Assoeva
Cascavel x Carlos Barbosa
São José x Foz
Marreco x Sorocaba
Folga Minas TC
3ª Rodada
Joaçaba x Minas TC
Praia Clube (MG) x Blumenau
Campo Mourão x Corinthians
Jaraguá x Pato Futsal
Intelli x Umuarama
Joinville x Tubarão
Carlos Barbosa x Brasília
Assoeva x São José
Sorocaba x Cascavel
Foz x Marreco
Folga Atlântico
4ª Rodada
Blumenau x Atlântico
Minas TC x Campo Mourão
Pato Futsal x Praia Clube (MG)
Corinthiansx Intelli
Tubarão x Jaraguá
Umuarama x Carlos Barbosa
São José x Joinville
Brasília x Sorocaba
Marreco x Assoeva
Cascavel x Foz
Folga Joaçaba
5ª Rodada
Campo Mourão x Joaçaba
Atlântico x Pato Futsal
Intelli x Minas TC
Praia Clube (MG) x Tubarão
Carlos Barbosa x Corinthians
Jaraguá x São José
Sorocaba x Umuarama
Joinville x Marreco
Foz x Brasília
Assoeva x Cascavel
Folga Blumenau
6ª Rodada
Pato Futsal x Blumenau
Joaçaba x Intelli
Tubarão x Atlântico
Minas TC x Carlos Barbosa
São José x Praia Clube (MG)
Corinthians x Sorocaba
Marreco x Jaraguá
Umuarama x Foz
Cascavel x Joinville
Brasília x Assoeva
Folga Campo Mourão
7ª Rodada
Intelli x Campo Mourão
Blumenau x Tubarão
Carlos Barbosa x Joaçaba
Atlântico x São José
Sorocaba x Minas TC
Praia Clube (MG) x Marreco
Foz x Corinthians
Jaraguá x Cascavel
Assoeva x Umuarama
Joinville x Brasília
Folga Pato Futsal
8ª Rodada
Tubarão x Pato Futsal
Campo Mourão x Carlos Barbosa
São José x Blumenau
Joaçaba x Sorocaba
Marreco x Atlântico
Minas TC x Foz
Cascavel x Praia Clube (MG)
Corinthians x Assoeva
Brasília x Jaraguá
Umuarama x Joinville
Folga Intelli
9ª Rodada
Carlos Barbosa x Intelli
Pato Futsal x São José
Sorocaba x Campo Mourão
Blumenau x Marreco
Foz x Joaçaba
Atlântico x Cascavel
Assoeva x Minas TC
Praia Clube (MG) x Brasília
Joinville x Corinthians
Jaraguá x Umuarama
Folga Tubarão
10ª Rodada
São José x Tubarão
Intelli x Sorocaba
Marreco x Pato Futsal
Campo Mourão x Foz
Cascavel x Blumenau
Joaçaba x Assoeva
Brasília x Atlântico
Minas TC x Joinville
Umuarama x Praia Clube (MG)
Corinthians x Jaraguá
Folga Carlos Barbosa
11ª Rodada
Sorocaba x Carlos Barbosa
Tubarão x Marreco
Foz x Intelli
Pato Futsal x Cascavel
Assoeva x Campo Mourão
Blumenau x Brasília
Joinville x Joaçaba
Atlântico x Umuarama
Jaraguá x Minas TC
Praia Clube (MG) x Corinthians
Folga São José
12ª Rodada
Marreco x São José
Carlos Barbosa x Foz
Cascavel x Tubarão
Intelli x Assoeva
Brasília x Pato Futsal
Campo Mourão x Joinville
Umuarama x Blumenau
Joaçaba x Jaraguá
Corinthians x Atlântico
Minas TC x Praia Clube (MG)
Folga Sorocaba
13ª Rodada
Foz x Sorocaba
São José x Cascavel
Assoeva x Carlos Barbosa
Tubarão x Brasília
Joinville x Intelli
Pato Futsal x Umuarama
Jaraguá x Campo Mourão
Blumenau x Corinthians
Praia Clube (MG) x Joaçaba
Atlântico x Minas TC
Folga Marreco
14ª Rodada
Cascavel x Marreco
Sorocaba x Assoeva
Brasília x São José
Carlos Barbosa x Joinville
Umuarama x Tubarão
Intelli x Jaraguá
Corinthians x Pato Futsal
Campo Mourão x Praia Clube (MG)
Minas TC x Blumenau
Joaçaba x Atlântico
Folga Foz
15ª Rodada
Assoeva x Foz
Marreco x Brasília
Joinville x Sorocaba
São José x Umuarama
Jaraguá x Carlos Barbosa
Tubarão x Corinthians
Praia Clube (MG) x Intelli
Pato Futsal x Minas TC
Atlântico x Campo Mourão
Blumenau x Joaçaba
Folga Cascavel
16ª Rodada
Brasília x Cascavel
Foz x Joinville
Umuarama x Marreco
Sorocaba x Jaraguá
Corinthians x São José
Carlos Barbosa x Praia Clube (MG)
Minas TC x Tubarão
Intelli x Atlântico
Joaçaba x Pato Futsal
Campo Mourão x Blumenau
Folga Assoeva
17ª Rodada
Joinville x Assoeva
Cascavel x Umuarama
Jaraguá x Foz
Marreco x Corinthians
Praia Clube (MG) x Sorocaba
São José x Minas TC
Atlântico x Carlos Barbosa
Tubarão x Joaçaba
Blumenau x Intelli
Pato Futsal x Campo Mourão
Folga Brasília
18ª Rodada
Umuarama x Brasília
Assoeva x Jaraguá
Corinthians x Cascavel
Foz x Praia Clube (MG)
Minas TC x Marreco
Sorocaba xAtlântico
Joaçaba x São José
Carlos Barbosa x Blumenau
Campo Mourão x Tubarão
Intelli x Pato Futsal
Folga Joinville
19ª Rodada
Jaraguá x Joinville
Brasília x Corinthians
Praia Clube (MG) x Assoeva
Cascavel x Minas TC
Atlântico x Foz
Marreco xJoaçaba
Blumenau x Sorocaba
São José x Campo Mourão
Pato Futsal x Carlos Barbosa
Tubarão x Intelli
Folga Umuarama
20ª Rodada
Corinthians x Umuarama
Joinville x Praia Clube (MG)
Minas TC x Brasília
Assoeva x Atlântico
Joaçaba x Cascavel
Foz x Blumenau
Campo Mourão x Marreco
Sorocaba x Pato Futsal
Intelli x São José
Carlos Barbosa x Tubarão
Folga Jaraguá
21ª Rodada
Praia Clube (MG) x Jaraguá
Umuarama x Minas TC
Atlântico x Joinville
Brasília x Joaçaba
Blumenau x Assoeva
Cascavel x Campo Mourão
Pato Futsal x Foz
Marreco x Intelli
Tubarão x Sorocaba
São José x Carlos Barbosa
Folga Corinthians
Créditos: radiogol.com.br
Aos 41 anos, zagueiro pentacampeão Lúcio anuncia aposentadoria: “Muito orgulho”
O zagueiro disputou as duas últimas temporadas pelo Brasiliense
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Brusque vence o Joinville em jogo maluco e com nove gols pelo Catarinense 2020
Um jogo maluco e de nove gols pela segunda rodada do Catarinense 2020. O Brusque venceu o Joinville por 5 a 4 em partida aberta e muito movimentado, com quatro tentos no primeiro tempo e cinco no segundo. Foram três viradas até o último apito e polêmica com arbitragem. O JEC saiu na frente, o Marreco virou, o Tricolor do Norte voltou a ficar na frente no começo do segundo tempo e nos acréscimos o time mandante alcançou a vitória impressionante.

Fonte: nsctotal.com.br
Fotos: Yan Pedro, JEC
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